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‘Cidade de Atlântida’ pode ser encontrada com tecnologia magnética

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A história que envolve a cidade de Atlântida tem aproximadamente 2.500 anos. Sobre ela, é comumente compartilhado que, após uma batalha, a cidade acabou se afundando, embora essa possibilidade tenha sido desconsiderada pelos cientistas.

No entanto, estudos recentes investigam o fundo do mar em busca de novos achados arqueológicos. Em meio a isso, será que a cidade de Atlântida poderia ser encontrada?

Novas tecnologias avançam em descobertas no oceano

Conforme dizem os especialistas, caso estivesse submersa, seria possível encontrar a cidade de Atlântida através de seu campo magnético. Assim, uma pesquisa com base nessa hipótese foi desenvolvida pela Escola de Ciências Arqueológicas e Forenses da Universidade de Bradford, no Reino Unido.

O objetivo do projeto não tem como principal foco o encontro de Atlântida. Contudo, acredita-se que, no final da Era Glacial, existia um continente que ligava a Grã-Bretanha à Europa Continental.

Por sua vez, essa ligação existiu há aproximadamente 8 mil anos e não se sabe se seu afundamento foi provocado por um tsunami ou mesmo derretimento das geleiras.

A região submersa era conhecida como Doggerland. Sabe-se que ela era situada no Mar do Norte, considerado um dos maiores assentamentos pré-históricos da Europa. Além disso, trata-se de uma civilização rica em recursos naturais e biodiversidade.

Outros estudos já encontraram vestígios que comprovam a sua existência, como restos de um mamute, chifres de veado vermelho, armas de caça, ferramentas de pedra e até o crânio de um Neandertal.

Como os pesquisadores buscam sítios arqueológicos?

Para encontrar os sinais desejados do continente escondido, será utilizada a tecnologia de magnetometria. Com ela, é possível detectar alterações no campo magnético a fim de investigar a geologia do local.

Sendo assim, a busca por regiões no Mar do Norte acontece de forma acelerada devido ao interesse do Reino Unido no desenvolvimento de energia eólica.

O investimento do país na energia eólica visa zerar as emissões de carbono até 2050. Embora essa mudança seja positiva, a construção pode destruir sítios arqueológicos ainda não descobertos.

Mesmo não sendo em busca da cidade de Atlântida, por fim, o estudo com o uso da técnica geofísica será útil na busca do continente e de sítios sob o mar.


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Fonte: G1


03/04/2023 – Web Rádio TOP

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