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Exame de sangue é capaz de acelerar o diagnóstico de Alzheimer

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Na Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, pesquisadores desenvolveram um teste que permite a identificação de uma neurodegeneração, característica do Alzheimer, através de amostras de sangue.  A equipe de pesquisadores afirma que o novo biomarcador supera testes que identificam de forma precisa as proteínas amiloide e tau, já disponíveis para a venda no Japão.


Prédio da Universidade de Pittsburgh. (Foto/Reprodução: Crazypaco/Wikimedia)


Conhecida como a forma mais comum de demência e com o diagnóstico desafiador, principalmente nos estágios iniciais, o Alzheimer pode ser identificado através de acúmulos anormais das proteínas amiloides e tau e presença de neurodegeneração, que tem como característica a perda lenta e progressiva de células neuronais em determinadas regiões do cérebro.

O exame se baseia em anticorpos e detecta uma forma específica de proteína tau, relacionada ao Alzheimer, encontrada no cérebro e indica a presença de neurodegeneração. Os resultados da pesquisa, feita em 600 pacientes que possuem a doença, foram publicados na revista científica Brain e mostraram que os níveis da proteína estão relacionados aos níveis de tau no líquido cefalorraquidiano, distinguindo outras doenças degenerativas do Alzheimer.

Além disso, também foi identificado que os níveis de proteína eram correspondentes à gravidade das placas amiloides e emaranhados tau no cérebro de pessoas que morreram com Alzheimer.

Segundo o autor sênior Thomas Karikari, professor assistente de psiquiatria na Universidade de Pittsburgh “A utilidade mais importante dos biomarcadores sanguíneos é tornar a vida das pessoas melhor e melhorar a confiança clínica e a previsão de risco no diagnóstico da doença de Alzheimer”.

A validação de testes em diferentes etnias e origens raciais e em pacientes que sofrem com diferentes estágios dos sintomas potenciais de demência, é o próximo passo para o avanço das pesquisas. Exames de sangue para detectar precisamente a neurodegeneração estão em desenvolvimento, mas o diagnóstico ainda é feito através de exames de imagens cerebrais e análise por meio de punção lombar, que não são amplamente disponíveis, tornando o exame de sangue um artifício importante para o combate ao Alzheimer.

Foto Destaque exame laboratorial. Reprodução/Pixabay.


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Fonte: G1


29/12/2022 – Web Rádio TOP

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