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Inflação do aluguel perde força, e contratos que vencem em fevereiro terão reajuste de 3,8% Alta de 0,21% leva índice responsável pelo reajuste da maioria das locações no Brasil ao menor patamar desde outubro de 2019

IGP-M (Índice Geral de Preços  Mercado), indicador responsável pelo reajuste da maioria dos contratos de locação vigentes no Brasil, desacelerou para 0,21% em janeiro, ante alta de 0,45% apurada em dezembro.

Com a variação divulgada nesta segunda-feira (30) pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o indicador acumula alta de 3,79% nos últimos 12 meses, percentual a ser repassado aos contratos com vencimento em fevereiro.

Na prática, os inquilinos que pagam mensalmente um aluguel de R$ 1.400 passarão a ter que desembolsar R$ 1.453,06 (+R$ 53,06) todos os meses para continuar morando no mesmo imóvel. Para evitar o reajuste, uma negociação direta com os proprietários pode aliviar o peso no bolso dos locatários.

A variação do IGP-M acumulada nos 12 meses encerrados neste mês mantém a tendência de queda apurada desde maio de 2021, quando o indicador apresentava oscilação de 37% para as locações que venceriam no mês seguinte.

Com a flutuação, o indicador figura no menor patamar desde outubro de 2019 (+3,15%). Em janeiro do ano passado, o índice avançou 1,82% e teve alta de 16,91% no acumulado em 12 meses.

André Braz, coordenador dos índices de preços do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), explica que a desaceleração do IGP-M reflete o arrefecimento das pressões inflacionárias sobre os produtores.




30/01/2023 – Web Rádio TOP

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