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Suki Waterhouse faz bom show, mostra que merecia melhor horário no Lolla e ouve gritos de 'Gostosa' e 'Eu te amo'

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Cantora, modelo e atriz mostrou por que tem fãs em comum com Lana Del Rey, em performance com canções lentas e nostálgicas. Suki Waterhouse se apresenta no primeiro dia do Lollapalooza 2023 Luís Franco/g1 Suki Waterhouse, cantora, atriz e modelo britânica de 31 anos, mostrou nesta tarde de sexta-feira (24) que poderia ter conseguido um horário mais nobre no line-up do Lollapalooza. A apresentação começou pouco depois das 15h, sob um sol acachapante que nada combinava com o repertório dela. No palco com uma plateia formada por fãs e muitos curiosos, Suki cantou acompanhada de um power trio não tão poderoso assim: baixista, baterista e guitarrista entregam performance minimalista e meio soturna, perfeita para a voz de Suki, charmosa e anasalada em igual medida. “Estou tão feliz de tocar no Brasil, ó meu Deus”, diz, na primeira interação com a plateia, antes de cantar “Neon Signs”, bem mais agitada do que as outras do começo de show. No geral, o setlist é bem mais lento, com aquela nostalgia de quem cansou de ouvir playlist de baladas sessentistas. Ela passa a maior parte do show de óculos escuros, mas dá uma tiradinha neles para mostrar que está emocionada com a reação do público. Muita gente gritou “eu te amo” e rolou até coro de “Gostosa! Gostosa! Gostosa”. Também conhecida por ser namorada do ator Robert Pattinson, Suki recentemente atuou na série musical Daisy Jones & The Six. Segundo ela, a relação atual e outros relacionamentos amorosos anteriores (Bradley Cooper e Diego Luna, por exemplo) são o que movem sua música. Ela já explicou que quando tenta se lembrar de algo, pensa em quem estava apaixonada, como você se separou e então você pensa naquela época. Parece ser um método muito doloroso de se lembrar das coisas, o que, é claro, reverbera no som dela. “Sempre se apaixone por garotos bonitos”, aconselhou, antes de “Good Looking”, a última do set. “Eu tinha um feeling que o Brasil era o lugar mais cool do mundo”, elogia, logo antes de “Coolest place in the world”, quando o guitarrista assume o teclado. Sobretudo nessa música, fica difícil não se lembrar de Lana Dey Rey, mesmo que ela não seja uma referência direta assumida por Suki. Ela prefere dizer que as músicas dela ecoam as vozes de Nancy Sinatra, Beth Gibbons, Cat Power e Hope Sandoval, referências de uma ruiva novaiorquina que lançou álbum nesta sexta. Natural, então, que Suki e Lana tenham fãs em comum.
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Fonte: G1


24/03/2023 – Web Rádio TOP

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